Estive pensando... O que será que a vida me reserva?? Será uma carreira promissora??? Será um amor verdadeiro??? Não sei...Ainda não tive a segunda resposta.. A primeira...´sempre regad à minha determinação, alegria e esperança... a segunda... estou à espera de um momento ímpar que determine ou condicione este aspecto... Principes não existem...só lá.. onde caminho entre as nuvens.. onde toco o brilho das estrelas... onde sinto o cheiro do vento.... Mas aqui ele pode existir também... Basta saber vê-lo e sentí-lo em sua jovial presença... Só o futuro o dirá....segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Pensando....
Estive pensando... O que será que a vida me reserva?? Será uma carreira promissora??? Será um amor verdadeiro??? Não sei...Ainda não tive a segunda resposta.. A primeira...´sempre regad à minha determinação, alegria e esperança... a segunda... estou à espera de um momento ímpar que determine ou condicione este aspecto... Principes não existem...só lá.. onde caminho entre as nuvens.. onde toco o brilho das estrelas... onde sinto o cheiro do vento.... Mas aqui ele pode existir também... Basta saber vê-lo e sentí-lo em sua jovial presença... Só o futuro o dirá....Amor incondicional....

Um bejo que vale mais que mil palavras...
Um sorriso que vale o céu...
um abraço que ilumina a noite escura...
um olhar eterno....
um amor incondicional....
simples e mera definição de acaso...
eternidade em estrela cadente...
brinquedo de papel que à sorte paira....
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Pequena vida em pequenas letras....
Um ser de Sargitário......

Você metade gentee metade cavalo
Durante o fim do anocruza o planetário
Cavalga elegância
Cabeça em pé de guerra mansa
Nas mãos arco e flecha
Meu coraçãoAguarda e acompanhaseu itinerário
Até o fim do ano ser de sagitário
Você metade gentee metade cavalo
Soneto de Fidelidade
Como o Amor pode ser descrito em tão singulares palavras????
De tudo, meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor ( que tive ) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Soneto de Fidelidade
Vinicius de Morais
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor ( que tive ) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Palavra em poesia...
Poeta aprendiz....
Ele era um menino
Valente e caprino
Um pequeno infante
Sadio e grimpante
Anos tinha dez
E asas nos pés
Com chumbo e bodoque
Era plic e ploc
O olhar verde-gaio
Parecia um raio
Para tangerina
Pião ou menina
Seu corpo moreno
Vivia correndo
Pulava no escuro
Não importa que muro
Saltava de anjo
Melhor que marmanjo
E dava o mergulho
Sem fazer barulho
Em bola de meia
Jogando de meia-direita ou de ponta
Passava da conta
De tanto driblar
Amava era amar
Amava Leonor
Menina de cor
Amava as criadas
Varrendo as escadas
Amava as gurias
Da rua, vadias
Amava suas primas
Com beijos e rimas
Amava suas tias
De peles macias
Amava as artistas
Das cine-revistas
Amava a mulher
A mais não poder
Por isso fazia
Seu grão de poesia
E achava bonita
A palavra escrita
Por isso sofria
De melancolia
Sonhando o poeta
Que quem sabe um dia
Poderia ser.
Ele era um menino
Valente e caprino
Um pequeno infante
Sadio e grimpante
Anos tinha dez
E asas nos pés
Com chumbo e bodoque
Era plic e ploc
O olhar verde-gaio
Parecia um raio
Para tangerina
Pião ou menina
Seu corpo moreno
Vivia correndo
Pulava no escuro
Não importa que muro
Saltava de anjo
Melhor que marmanjo
E dava o mergulho
Sem fazer barulho
Em bola de meia
Jogando de meia-direita ou de ponta
Passava da conta
De tanto driblar
Amava era amar
Amava Leonor
Menina de cor
Amava as criadas
Varrendo as escadas
Amava as gurias
Da rua, vadias
Amava suas primas
Com beijos e rimas
Amava suas tias
De peles macias
Amava as artistas
Das cine-revistas
Amava a mulher
A mais não poder
Por isso fazia
Seu grão de poesia
E achava bonita
A palavra escrita
Por isso sofria
De melancolia
Sonhando o poeta
Que quem sabe um dia
Poderia ser.
Ao anjo que inventa meu vento azul....
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