sábado, 28 de maio de 2011
Agradecimentos
Aos meus alunos que estão a meu lado, independentemente da situação, do momento... que me fazem rir, chorar, me emocionar e principalmente me dão força a cada manhã!!! Amo vocês!!!!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Professores
Professor é aquele
que ensina
alguns problemas de
Matemática, Português...
Professores? O que dizer deles?
são, legais, educados e mais...
São gentis....
Professores quando ficam bravos...
São vulcões
Entrando em erupção... ou
uma tempestade bem forte...
ou um furacão....
engolindo uma cidadezinha...
As vezes são legais...
Tipo? Passar filme...
Aula de Literatura no ar...
Livre....
Assim... por diante....
Homenagem do Aluno Jhonathan Lucas Martins Santos
Pequeno do Sétimo Ano LII
Que me acompanha pela porta todos os dias....
que ensina
alguns problemas de
Matemática, Português...
Professores? O que dizer deles?
são, legais, educados e mais...
São gentis....
Professores quando ficam bravos...
São vulcões
Entrando em erupção... ou
uma tempestade bem forte...
ou um furacão....engolindo uma cidadezinha...
As vezes são legais...
Tipo? Passar filme...
Aula de Literatura no ar...
Livre....
Assim... por diante....
Homenagem do Aluno Jhonathan Lucas Martins Santos
Pequeno do Sétimo Ano LII
Que me acompanha pela porta todos os dias....
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Fé
Cáritas era um espírito que se comunicava através de uma das grandezas médiuns de sua época - Mme. W. Krell - em um grupo de Bourdeaux (França); sendo ela uma das maiores psicógrafas da História do Espiritismo, em especial por transmitir poesia(que se constitui no ácido da Psicografia), da lavra de Lamartine, André Chenier, Saint-Beuve e Alfred de Musset, além do próprio Alan Poe. Na Prosa, recebeu ela as mensagens de O espirito da verdade, Dumas, Larcordaire, Lamennais, Pascais, e dos gregos Ésopo e Fenelon . A prece de Cáritas foi Psicografada na noite de Natal, 25 de dezembro, do ano de 1873, ditada pela suave Cáritas, de quem são, ainda, as comunicações ''Como servir à religião espiritual'' e ''A esmola espiritual''. Todas as mensagens que Mme. W. Krell psicografava em transe, e que chegaram até nós; encontram-se no livro Rayonnementes de la Vie Spirituelle, publicado em maio de 1875 em Bordeaux, inclusive, o próprio texto em Francês, como foi transmitido, da Prece de Cáritas.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Ser professor é...
Acordar e perceber que o dia está apenas começando...
Encontrar num sorriso timído, a espera da confiança...
Ver um passo se tornar outro, e outro, um seguinte...
Ensinar as Letras, nem que seja por uma palavra...
Ser cúmplice, amigo ou quem sabe um amor inatingível...
Ser aquela que ri, que vibra e se delicia com as conquistas diárias...
É dizer '' você consegue'' e secar uma lágrima derramada depois de uma derrota...
É saber improvisar, quando os grandes pequenos precisam de palavras, ou sorrisos...
É não ter preconceitos...
É rir do riso, derramando o pranto...
É silenciar quando necessário...
E encorajar quando preciso...
É sentir o coração bater forte a cada tempo começado...
E desperdir-se quando é findo este tempo...
É saber que em nenhum lugar haverá um sorriso de compreensão...
Ou ver que os olhos brilharam quando a descoberta da palavra ''entendi" é pronunciada...
É se enbranquecer com o pó e recomeçar o novo dia...
É receber bilhetes de amor e carinho, quando tudo parece ofuscado....
É ouvir um ''fessora'' ou uma salva de palmas quando suas palavras agradam...
É fazer refletir com uma entonação baixa...
É incentivar quando nada parece dar certo...
E transformar o nada, em tudo....
É amar....
Ser amada...
Porque não odiada?
E ser conhecida...
Re-conhecida...
Apenas o sendo....
Professora!
Alessandra Silva
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O baú dos sonhos

Era ela uma princesa. Nada e tudo, tinha ao mesmo tempo. Tudo, porque era filha de Rei. Nada, porque algo lhe faltava. Mas ela sabia o que era. Entre mimossentia-se uma pequena ave presa numa gaiola de ouro. O que lhe faltava, era muito maior do que toda a riqueza e os lindos vestidos rosa de cetim. Por horas vagava pelo imenso jardime sentia um profundo vazio no coração. Precisava ter. E queria. Queria tudo? Queria muito? Não! Queria apenas ser FELIZ! E era triste! Tão triste! Aos súditos, o Rei ordenava que buscassem a Lua, o Arco-Iris e a mais doce criatura de todo o reino. Mesmo assim, aquele sorriso não tinha o brilho das estrelas. Nem o cintilante do Unicórnio. Decidiu presentear-lhe com algo grandioso. De alguma maneira, aquela tristeza percebida nos olhos da Princesa deveria desaparecer. Descobriu por uma Fada, que todos os dias, quando o Sol escondia-se para enamorar-se com Lua, o céu, derramava gotas cintilantes que reluziam ao olhar daqueles que contemplavam a FELICIDADE. Ordenou mais uma vez. Os suditos deveriam recolher as gotas; das mais variadas cores e colocá-las num baú azul turqueza com chave em formato de ilusão. Assim foi feito. O Rei entregou à doce princesa o baú que ao abrir uma pequenina fresta viu transparecer do delicado rosto um formoso sorriso. Aquele, sem dúvida, fora o melhor presente que poderia ter recebido. Abraçou o baú e correu em direção ao jardim. Escondeu-se à sombra daquela que fora sua companheira por tantas brincadeiras. encostou-se, e lá adormeceu. O que lhe faltava, agora lhe pertencia. Preso em suas mãozinhas. Desfrutara de toda magia que possuiam aquelas gotas coloridas. Pegou uma gota cor-de-sol e percebeu que podia voar nas nuvens. Pegou outra cor-de-esperança e se viu escorregar no arco-iris. Em mais uma cor de alegria, viu-se cavalgando no Unicórnio, lilás como sua fita. Adormeceu ali mesmo. Ao despertar, já era noite. Um cheiro de jasmim escorregou-lhe pela face em língua de unicórnio. Olhou. A seu lado, o baú. Abriu. Estavam todas lá. As gotinhas. E os sonhos. Com ela. Sempre. E a alegria de sonhar. E de ser feliz.
Alessandra Silva
Queria Poder

Queria ser acordada por um beijo carinhoso
Ter meus cabelos acariciados à luz da lua
Dormir com a brisa tocando meu rosto
Sentir um frio no pescoço por tua presença.
Queria olhar nos teus olhos...
compreendê-los, apenas.
Queria admirar o balanço das folhas
Queria sentir o cheiro do chão molhado.
Queria o acalento dos teus braços
Ouvir sussurros em meus ouvidos.
Queria deitar na grama e dar nome às nuvens.
Queria rir da dança das flores
Queria caminhar de mãos dadas ppor uma longa estrada...
Sem fim.
Queria correr com o vento e repousar na relva
Queria recostar-me no teu peito e contar as estrelas
Queria olhar o horizonte e ver o futuro que nos pertence
Queria teu cheiro no cobertor
Assistir o espetáculo da vida passando pelos meus olhos.
Queria sentir teu rosto tocando o meu.
Queria Poder?
Amar.
Viver?
Vivermos.
Queria poder.
Apenas Poder.
Alessandra Silva
Vida

Busquei o segredo de minha existência. Esperava encontrar um tesouro por tempos tão procurado. Queria tê-lo em minhas mãos assim como a esperança que o procurava. No astro, a claridade para minhas inquietações. Nao era mais um sonho, afinal. Pertencia-me naquele momento. Vivo, claro, límpido e ao mesmo tempo brilhante. Era tão minha quanto a lua pertence ao firmamento. Descobri meu firmamento. ERA MINHA VIDA!
Alessandra Silva
O menino da lua

Há muito tempo atras, antes do meu avô ser criança, havia um menino que morava na lua. Era filho da noite e chamavam-lhe Nedyn, o menino da lua. Saltitava, no doce encanto da aurora, de estrela em estrela, qual pastor e guardião. Vestia uma capa preta e comprida e na cabeça um chapéu de abas cor de arco-iris e pontiagudo. Como companhia, tinha uma bola azul que com ela corria pelas voltas do tempo. Ninguém nunca o vira descer de lá; porém, muitos acreditavam que o menino de capa preta era encantado. Ainda alguns diziam que a noite era limpa e clara devido ao grande mistério que o envolvia naquela doce fantasia. Gildren, um pequeno que confidenciava todos os seus segredos de menino à lua, certa noite, fez um pedido que tantos outros meninos faziam. Queria conhecer a lua e saltar de estrela em estrela. Qual não fora sua surpresa, que ao adormecer, um barulho na vidraça em toque de flauta o despertara de um sonho. Um sonho de menino de conhecer planetas e desbravar o universo em uma nave de casquinha de sorvete. Era Nedyn, o menino da lua. Tal como Peter, viera buscar o pequeno para um grande sonho que ele mesmo tinha: ter um amigo. Surpreendido pelo susto , escondeu-se na cortina. E ficou ali. Buscando a coragem. De um lado do quarto, o sonho de conhecer a Lua. Na cortina, o sonho da amizade. Entre olhares assustados, reconheceram-se. Eram um só. Um só rosto, um só corpo, disfarçados pelo sonho e pelo desejo tímido. Ao tocarem-se, a surpresa: Tudo não passava de um sonho. Gildren era Nedyn. Nos finos dedinhos que agora forçavam-se em escapar pela capa preta, o encontro tornara-se inevitável. Não passava de um sonho. O sonho refletido pelo espelho. O espelho, refletido pela lua. A lua refletida pelo encontro. O encontro do menino. Com o menino da lua.
Quero
Olhos nos olhos como o espelho que reflete a alma
Serenata que sussura
Respingo com gosto de lágrima
Por-do-Sol com sintomas de saudade
Pés na água
Sabor de fruta que escorre pelos lábios
Vela e Poesia
amor em canção.
Tido?
Não passado...
Futuro na constancia da ilusão...
Traduzido em um só nome.
Nome?
Deveras ter.
Que deveras...
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